Leituras #38 | Raparigas como nós

20 de julho de 2019


Raparigas como nós fez-me embarcar numa viagem parecida com a que vivemos nos comboios



Este livro fez-me voltar à minha adolescência e fez-me recordar tantos momentos e tantas coisas que foram sentidas nessa época meia louca e inconsciente. Voltei a recordar as músicas que ouvia, as conversas entre miúdas, o que sentia quando o miúdo giro da escola passava por mim, um turbilhão de emoções e sentimentos que foram reavivados.

Tal como a Isabel fiz parte do 9°B, também fui a miúda que não era bonita nem era feia, era aquela miúda que ninguém queria namorar, aquela que no dia dos namorados nunca recebia uma carta. E sim usava roupas normais ao contrário das miúdas das “argolas”. Presenciei as mesmas loucuras, drogas e afins mas fui sempre a ajuizada da “Isabel” 



Apaixonei-me e tive desgosto amorosos que pensei que nunca mais voltaria a amar, como se aos 14 anos soubéssemos o que isso era.

Só era diferente da Isabel por que eu sempre acreditei nas coincidências, e por coincidência estou casada com um amigo de infantário e colega de carteira da escola que entretanto seguimos as nossas vidas, mas que há anos atrás nos reencontramos para uma história em conjunto. Quem sabe um dia destes a Isabel não fica com o seu Espanhol.

Obrigada Helena por me teres proporcionado esta viagem incrível pela minha adolescência adormecida. És uma escritora de excelência.

Se ainda não leram ou não conhecem a Helena Magalhães não sei de que esperam. 

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