Healthly #2

7 de junho de 2015

E como prometido aqui está a segunda rubrica Healtlhy no primeiro Domingo do mês, para quem não leu a primeira rubrica do mês de Maio basta clicarem aqui. 


Depois da rubrica do mês passado, vou contar-vos um bocadinho mais da minha experiência.
Sempre quis ter corpo de modelo (aliás, todas queremos!) mas sempre tive muito pouca vontade de trabalhar para isso. Podia simplesmente ser como magia, tocar com a varinha mágica e de repente ficar com as medidinhas da Gisele Bundchen. 
Sempre andei em ginásios. Passava a maior parte do tempo a socializar com as pessoas que conhecia, uma aulinha de dança ou outra porque até tem graça e músicas conhecidas, mas eram mais as vezes que não ia do que aquelas em que aparecia.
Até que um dia (não sei bem como nem porquê) decidi criar um foco, um objectivo: ter corpo de modelo (Atenção que ainda não consegui, mas já é bom ter um objectivo).
Objectivo feito é só preciso criar métodos e mecanismos para nunca desistir. E esses métodos passam por inúmeras coisas:
- Ir ao ginásio com uma amiga com o mesmo objectivo (Confesso que comecei assim como forma de motivação mas hoje prefiro ir sozinha)
- Falar com um instrutor do ginásio para que ele vos possa fazer um plano de treino adequado (eu sei, metade das vezes não vão cumprir, mas já é importante que tenham um linha que siga o vosso treino, até para evitar lesões)
- Ver as aulas que mais gostam: seja de dança, bicicleta, cardio ou de peso, sendo animadas com música acabam por dar uma maior motivação (na próxima rúbrica vou explicar-vos as aulas que mais faço normalmente e quais os objectivos)
- Ter treino personalizado com um Personal Trainer (aqui está a grande dúvida: investir ou não investir? Vale ou não vale a pena? Eu tenho e numa próxima rubrica vou contar-vos a minha experiência)
E vocês? Qual o vosso objectivo? O vosso foco? 
Alguma dúvida que acham que eu vos consigo tirar? Qual a vossa opinião?

Princess M

Nem sempre é fácil lidarmos com a ansiedade... O ritmo de vida que temos não nos dá espaço nem tempo suficiente, para termos tempo só para nós... Para estarmos apenas e só na nossa companhia, para nos cultivarmos, para nos conhecermos, para nos auto analisarmos. Depois de viver meses de correria com ansiedade ao rubro e ataques de pânico frequentes, decidi que a vida não se pode resumir a ter medo de sair de casa, ter medo de conduzir, ter medo de fazer uma vida normal, com medo que a qualquer momento volte a sensação das mãos suadas, os batimentos cardíacos acelerados e tonturas inacreditáveis.Depois do episódio que falei na primeira publicação desta rubrica (quem não viu pode aceder aqui), decidi que não era este o caminho que queria seguir, embrulhada em medicação... Queria aprender a lidar com ansiedade e não a deixar vencer nas situações mais complicadas. Para isso tomei vários rumos que têm vindo a mudar a forma como me vejo, a forma como me relaciono com os outros, e a forma como vivo a vida hoje. Decidi que bastava, que a miúda independente, que achava que conquistava o mundo não se podia sujeitar a um medo, que estava a limitar a minha vida em todos os aspectos... E foi aí que comecei a fazer terapia com uma psicóloga, e meus amigos quem acha que os tolinhos é que vão ao psicólogo desenganem-se, eu acho que todos deviam fazer terapia. É uma excelente forma de nos conhecermos, de vermos o que somos na realidade, porque com o dia a dia muitas vezes a nossa essência perde-se. Com a terapia conseguimos centrar-nos em nós mesmos, conseguimos ganhar ferramentas que nos tornam mais fortes e nos fazem sentir melhores a cada dia. Confesso que ainda tenho dias que as mãos suam... Mas são poucos... E ir a lugar com muita gente, andar de avião ainda me deixam num estado de angustia enorme, mas já consigo ir e isso já é uma vitória. A terapia é um processo longo de trabalho interior, não é ir lá uma vez e pronto está tudo bem... Não, de todo a coisa demora e é preciso ter muita paciência. Como é óbvio esta não é só a única técnica que utilizo para ter uma vida mais liberta e leve. Se querem saber quais os outros métodos, não percam as próximas edições da rubrica.
E por aí, alguém que sofre do mesmo mal?? A que métodos recorrem para combaterem a ansiedade??

Diana Moreira - Diliciousblush

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